Pat Peoples é um cara legal que acabou de passar uma
temporada em uma clínica psiquiátrica à qual ele se refere como “lugar ruim”. O
problema é que ele não se lembra o que o levou a ir pra lá e nem quanto tempo ficou internado. A única coisa que ele tem certeza é que ele precisa voltar
pra sua esposa, Nikki, e que ele precisa se preparar, física e psicologicamente,
para esse reencontro, que irá por fim a essa distância. Essa é a premissa de O lado bom da vida, quarto livro do
americano Matthew Quick, que acabou de virar filme.
O livro é narrado praticamente todo em primeira pessoa, com Pat contando como são seus dias e como ele faz pra se tornar uma pessoa melhor praticando muito esporte, “tentando ser gentil ao invés de ter a razão”, e recuperar a memória e Nikki. O que torna a história um verdadeiro charme, já que Pat, na maioria das vezes, parece ter a mentalidade de uma criança, o que o torna um narrador, no mínimo, interessante, com suas observações sentimentais e uma forma de escrever inocente e sem grandes pretensões.
O livro é narrado praticamente todo em primeira pessoa, com Pat contando como são seus dias e como ele faz pra se tornar uma pessoa melhor praticando muito esporte, “tentando ser gentil ao invés de ter a razão”, e recuperar a memória e Nikki. O que torna a história um verdadeiro charme, já que Pat, na maioria das vezes, parece ter a mentalidade de uma criança, o que o torna um narrador, no mínimo, interessante, com suas observações sentimentais e uma forma de escrever inocente e sem grandes pretensões.



